A vida sexual é importantíssima para grande parte das pessoas e na manutenção das relações amorosas. Ao chegar aos 50 anos, já há um decréscimo de 10% a 20% nos níveis de testosterona, – principal hormônio masculino – e isso se reflete não só no desempenho na cama, mas também em outros aspectos da saúde. As mulheres também sofrem com a diminuição deste hormônio e a reposição de testosterona é um dos tratamentos.
Pesquisa divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo por meio do Cresex (Centro de Referência e Especialização em Sexologia) do Hospital Pérola Byington revela que 48,5% das mulheres que procuram ajuda médica por conta de disfunções sexuais sofrem de falta ou diminuição do desejo sexual, dor durante as relações sexuais ou dificuldade para atingir o orgasmo. A pesquisa com 455 mulheres também mostrou que apenas 13% dos casos têm origem orgânica, a imensa minoria, portanto.
O declínio dos androgênios, no caso a testosterona, pode gerar um estado de deficiência que se manifesta insidiosamente por diminuição da função sexual, bem estar e energia, alterações na composição corporal com perda de massa muscular, ganho de gordura e e perda de massa óssea.
A mulher deve ser tratada levando em consideração as alterações hormonais que biologicamente vão ocorrendo com o passar dos anos, causadores de sintomas persistentes e que interferem na qualidade de vida pessoal e de toda a família. Como uma forma de prevenir as doenças provenientes a estas alterações hormonais, como osteoporose, fadiga, falta de libido, depressão e ansiedade você deve procurar um médico que saiba avaliar sua saúde de forma preventiva, saiba propor o melhor tratamento e se necessário repor os hormônios que estão desequilibrados. Agende uma consulta com médica especialista, ligue:19 32547496 e 19 99 9995055




